quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Come back...

É no ritmo de Beatles que retorno ao meu blog, repleto de teias de aranhas e velhas histórias!

Virei de avesso e sou uma nova pessoa.
Larguei os velho hábitos, a velha relação, o velho medo e o comodismo de inconstância.

Agora sou feliz! Chega de estou feliz, vamos usar o verbo como ele merece!

 
Casal feliz: Ju e Léo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

"Don´t leave me high..."

Caralho.

Há dias algo me dizia para procurar meu incrível Cd do Radiohead com todas as músicas em MP3 e eu não senti que era um sinal... Cá estou com vontade de ouví-los sem poder.

Li o "livro de Eva" emprestado por minha querida amiga Roberta, ganhei e estou lendo "Conversas com Pedro Almodóvar" dado por minha amada namorada também chamada Roberta e me preparando para encarar mais um Lionel Shriver com "Precisamos falar sobre o Kevin"...

Enfim, li livros, vi filmes, bebi umas cervejas e uns Hi-fis e de repente... Todos resolveram me amar, me querer e me desrespeitar ao mesmo tempo.. Quando as pessoas se tornaram tão agressivas com seus sentimentos? Um dia você senta no bar para trocar uma idéia, no outro estão desesperados para têr-lhe. O pior é que nem acredito em algo tão profundo ou profano digno disso, ainda mais comigo envolvida.

Resta-me ouvir Radiohead, deitar na cama, não cozinhar, pensar na pessoa que amo e acreditar que já que tudo não foi um pesadelo, todos possam sair sem feridas para que eu possa ser feliz sabendo que todos estaremos felizes. Eu demorei para encontrar o amor dos meus sonhos, e sei que eles também encontrarão... O tempo dá um jeito em tudo, ele é foda...

sábado, 26 de junho de 2010

Como ser um verme


Segundo o Dicionário Aurélio, o substantivo masculino verme refere-se a todos os animais invertebrados, à exceção dos insetos. No sentido popular, verme é o nome remetido às larvas de muitos insetos sem patas, porém na forma figurativa temos uma pessoa desprezível, infame. É dela que falaremos:

Como se tornar um verme:

1. O primeiro passo é muito importante. Você deve ter certeza de que é exatamente isso que quer, ao menos que aconteça de forma gradativa e espontânea sem que seja perceptível.

2. Uma vez voluntário é necessário se deixar levar pelo que há de melhor no universo, os pecados capitais. Escolha dois deles, os seus preferidos. Ressalto que a preguiça é quase que um pecado obrigatório. A gula é bem-vinda também!

3. Tranque-se, evite, fuja, corra, isole-se de todos. Fique acompanhado somente dos seus pecados, no mais puro tédio.

4. Abandone-se. Nada de fazer a barba, a sobrancelha, a unha, o que quer que seja.. ao menos que o estado atual seja aterrorizante e extremamente relevante para ser cuidado.

5. Arrume desculpas para o universo crer, inclusive você mesmo. Acreditar no que você diz neste momento é a maior prova de que estás conseguindo virar um deles. Lembre-se que há dinheiro, filmes, estudos, trabalhos, doenças, paranóias, família, enfim, motivos não faltam.

6. Fique deitado, durma o máximo que puder, ou fique apenas deitado, desfrutando de vossa condição de Nada fazendo Nada.

7. Curta-o. Sim, estou falando dele mesmo. É, o tédio! Exatamente, t-é-d-i-o! Pense que poderia fazer mil coisas, que você tem saúde, amigos, namorados(as), familiares, passeios, tudo para ser feliz e muito mais, porém você prefere estar ali. Pensando tédio, vivendo ócio.

8. Relaxe a postura, as roupas, coce a cabeça de vez em quando e boceje o máximo que puder. Se for interessante, faça tudo isso na frente do computador ou simplesmente sentado na cama (ou os dois!).

9. Largue um dos pecados e fique só com a preguiça, esta é a falência final e total de sua salvação ou reversão do processo ao qual se submeteu.

10. Pronto, agora você é um verme, Verme.



terça-feira, 25 de maio de 2010

Abrasileirando e barateando



Cookies de tomate seco, manjericão e parmesão


Já se passou pouco mais de um mês que não transformo minhas sinapses em palavras por aqui... Na verdade como o blog é de "eu para mim" isso não acarreta um grande problema.

Ultimamente tenho tido surtos artísticos, assistido alguns filmes, já li dois livros, cozinhado coisas novas e feito muitos pães, mas nada de fazer meu móbili de arte naïf...

Por hora quero demonstrar minha felicidade ao realizar com sucesso uma nova receita: cookies de tomate seco com parmesão e manjericão. Não levei muita fé, mas ao provar os recém-saídos da primeira fornada quase grite "Eureka!" como Arquimedes, ao descobrir este novo experimento para o buffet dos meus sonhos. Na pressa, as fotos ficaram péssimas, mas não se engane com elas... aí vai a receita:


INGREDIENTES (40 biscoitos):

2 1/2 farinha de trigo
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de fermento químico em pó, o velho Royal
3 colheres (sopa) açúcar
4 ou 5 colheres (sopa) manteiga
80gr de tomate seco cortado (umas seis unidades)
10 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado fresco
20 folhas de manjericão (dê preferência as menores)
1 ovo
1 copo de iogurte natural
3 colheres (sopa) manteiga para pincelar


MÃOS NA MASSA:

Misture os ingredientes secos até o açúcar. Adicione a manteiga e misture com as mãos até parecer uma farofa. Coloque o resto dos ingredientes e misture bem, inclusive coloque um pouco do"sulgo" no qual o tomate seco vem mergulhado, vai dar uma cor especial.

Abra a massa num papel manteiga, na espessura de 2cm (igual a um palito de batata frita) e deixe descansando por 10 minutos enquanto unta com margarina e trigo a forma. Faça discos do tamanho que preferir, coloque nas assadeiras e pincele um pouco de mateiga derretida para dourá-los.

Asse de 15 a 20 minutos na temperatura de 230°. Se quiser, após assar, vire os cookies e deixe mais 5 minutos no forno baixo para que fiquem mais crocantes e dourados em cima.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Criação sem pistolão




DOMINGOS, Carlos. Criação sem pistolão: segredos para você se tornar um criativo de sucesso; Rio de Janeiro: Elsevior, 2003.
Assim como os meninos desejam ser jogadores de futebol quando crescerem, a maioria dos estudantes de publicidade quer ser um criativo quando se formar. Concorrida, a carreira começa no primeiro estágio, nos quais muitos tentarão garantir seu primeiro emprego.
No livro, Carlos Domingos fala da publicidade como uma profissão dependente do amor e dedicação de quem a exerce. Dentre os diversos capítulos é possível conhecer um pouco dos grandes nomes que marcaram a área e até mesmo a história da publicidade.
Voltado para os publicitários que pretendem seguir carreira em criação, o livro contém muitas dicas do que fazer (ou não) para destacar-se no mercado, além de como conseguir, manter sair da agência. Acima de tudo o autor reafirma o óbvio que é necessário conquistar público, mas sempre com muita criatividade e conteúdo.
Se o problema é talento, Domingos encerra essa questão reafirmando que perfil, e é claro, compromisso são fundamentais. Realista, “Criação sem pistolão” também fala das brigas internas e polêmicas da área, como anúncio fantasma. Escrito num formato “livro de cabeceira”, suas 230 páginas tornam-se um manual para qualquer um que se interesse por criação e goste de uma boa leitura.
Cômico e esclarecedor, “Criação sem pistolão” trata a carreira de publicitário criativo de uma forma simples, direta e honesta: corra atrás para ser alguém! Imagine quantos estagiários não recorrem a este livro fazendo dele um guia prático de entrada e sobrevivência no mercado. Repleto de análises e dicas, o texto se mantém interessante da primeira a última página e, é difícil não lê-lo de uma só vez.
Bem, em momento algum o autor esconde que dedicou cada capítulo ao estudante de publicidade, talvez ao profissional da área também, mas especialmente ao estudante. Domingos traz consigo um texto de leitura simples, sem eufemismos ou linguagem formal, ou seja, é acessível a todos que se propuserem a escutar seu discurso.
Nascido em São José dos Campos, o paulista Carlos Domingos, 33, é um dos publicitários brasileiros mais bem-sucedidos. Formado em Marketing na ESPM, passou por grandes agências como a W/Brasil e a DM9DDB. Após conquistar Vários Leões em Cannes e prêmios Abril de Publicidade, Domingos fundou em 1999 a age, juntamente com seus sócios Tomás Lorente e Ana Lúcia Serra. Além de se dedicar a agência, o publicitário escreve para o jornal “Valor econômico” desde 2001.